Meus Oito Anos Oh ! que saudades que eu tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais ! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais ! Como são belos os dias Do despontar da existência ! – Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é – lago sereno, O céu – um manto azulado, O mundo – um sonho dourado, A vida – um hino d’amor ! Que auroras, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar ! O céu bordado d’estrelas, A terra de aromas cheia, As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar ! Oh ! dias de minha infância ! Oh ! meu céu de primavera ! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã ! Em vez de mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minha irmã ! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, De camisa abert...
Olá Tânia!
ResponderExcluirGrata pela visita ao meu Birras.
Muito bonitos estes seus trabalhos.
Quis responder por email,à sua pergunta mas eu não tenho facebook.
Eu não aceito encomendas, mas comuniquei com alguém de Peniche que me facilitou o contacto duma Sra. especialista nesta arte de rendilheira.Assim,aqui vai:
http://rendas-de-peniche.blogspot.pt
Seu nome; D.Ida Guilherme.
E também duma artezã,telefone 262789571
Oxalá consiga o que deseja.
Beijinhos. Diga depois algo. Fico curiosa.
Dílita.
Oi Dilita! Obrigada pelo carinho, mas essas imagens foram retiradas do google, eu só sou uma apaixonada por patch. Mal faço umas almofadas que em breve postarei, ok? Assim que eu conseguir as rendas de bilro, rsrsr
ResponderExcluirbjinhos