Aeroporto Santos Dumont, 15h30min, senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. "Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo." O avião só sairia as 16h30. Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: "Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro." Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, ...
Falando sobre sentimentos e pensamentos, onde o céu é o limite








Olá Tânia!
ResponderExcluirGrata pela visita ao meu Birras.
Muito bonitos estes seus trabalhos.
Quis responder por email,à sua pergunta mas eu não tenho facebook.
Eu não aceito encomendas, mas comuniquei com alguém de Peniche que me facilitou o contacto duma Sra. especialista nesta arte de rendilheira.Assim,aqui vai:
http://rendas-de-peniche.blogspot.pt
Seu nome; D.Ida Guilherme.
E também duma artezã,telefone 262789571
Oxalá consiga o que deseja.
Beijinhos. Diga depois algo. Fico curiosa.
Dílita.
Oi Dilita! Obrigada pelo carinho, mas essas imagens foram retiradas do google, eu só sou uma apaixonada por patch. Mal faço umas almofadas que em breve postarei, ok? Assim que eu conseguir as rendas de bilro, rsrsr
ResponderExcluirbjinhos